Aula 1, Tópico 4
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Quais os robôs utilizados na fabricação de uma vacina?

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Quando você pensa em robôs, qual a primeira imagem que vêm na sua cabeça?

Os robôs industriais são máquinas não se parecem muito com aqueles dos filmes “Walle” e “Eu, Robô” mas são tão habilidosos quanto. Provavelmente você vai associa-los a uma empresa que fabrica automóveis, mas hoje, eles ocupam grande parte da linha de produção de vários setores e como vimos, eles podem até auxiliar na produção de vacinas. Eles desempenham tarefas que precisam de movimentos repetitivos, rapidez, eficiência e precisão. 

Por exemplo, boa parte da matéria prima necessária para a fabricação da vacina, bem como a própria vacina, precisa ser mantida em intervalos muito restritos de temperatura. Esse controle fino da temperatura de uma câmara fria é realizado por sensores e controlados por sistemas automatizados. Esta estratégia permite um controle fino das variações de temperatura e viabilizam a produção de vacinas e medicamentos. 

O controle de outras variáveis ambientais dentro dos laboratórios, como a umidade, também são processos automatizados. Ainda podemos destacar o envasamento das vacinas/medicamentos. O uso de mecanismos automatizados permite maior precisão no volume de medicamento inserido em cada frasco, além de garantir a não contaminação do medicamento.

 

Funcionário da Bio-Manguinhos trabalha em produção de vacinas.
Fabricação de vacina para COVID-19.

Um outro fator, muito importante, que adquirimos ao automatizar tais processos é a velocidade. Robôs são capazes de realizar tarefas repetitivas com uma velocidade extraordinária, diminuindo o tempo necessário para o preparo da vacina/medicamento. 

Uma terceira vantagem do uso de sistemas automatizados é a redução de custos para as empresas, uma vez que um único robô consegue realizar as tarefas de diversos humanos em um mesmo intervalo de tempo, reduzindo assim certo custos de contratação. Por outro lado, robôs não possuem criatividade, nem pensamento crítico para solucionar tarefas o que torna indispensável a participação humana na implementação, gestão e manutenção de tais sistemas automatizados.